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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Sexta-feira

Estou fazendo um seminário sobre Hume de Teoria do Conhecimento. Amanhã tem campanha solidária e será minha primeira atividade como membro adulta. Quero faltar mas não posso/quero por diversos motivos. Depois comemoraremos o aniversário do meu pai. Domingo tenho concurso da prefeitura de Santo André. O quadrimestre está acabando. Me sinto bem mas não gosto das inquietações, aflições, frios na barriga e vergonhas súbitas e 'retroativas' que sinto as vezes. Não tenho motivos pra me envergonhar. Agora eu tenho um avental de professora. Passei a noite com perturbações. Não quero passar por isso hoje.

Boa noite.

terça-feira, 29 de abril de 2014

o novo é bom? o novo é novo?

Vem cá ver que o novo é bom
Pode amedrontar, te atropelar, te desgovernar
Te desafiar, mas desafinar na hora

Um dia, uma solidão
De um lado o trapézio e do outro o chão
Um salto em sua direção, toda esperança em suas mãos

Se você for me soltar, me avisa pra eu fechar os olhos
Não vai doer se eu não me ver cair

Those are the changes
And you can't touch with your hands
All the ends you can change
But you can't see with your eyes

(medulla, o novo)

terça-feira, 23 de julho de 2013

alguns sorrisos :)

Eu não sou muito fã de ficar divulgando fotos do que eu faço pela internet (já fui, não sou mais), mas fiquei com vontade de colocar uma imagem. Fucei aqui no computador e achei essa minha e do Tio Wal que a minha mãe tirou quando fomos dar uma volta pelo centro de São Paulo. Poxa, ela tem tanto trabalho com essas modernidades que eu fiquei surpresa em ver que ela conseguiu passar essas fotos pro PC sem me pedir ajuda (pelo menos não lembro dela pedindo ajuda), então acho que é justo postar em nome do esforço da minha mãe hahaha. Esse dia foi bem legal, ganhei dois grilos!

Bom, são mais de duas horas da manhã e é claro que não estou com sono (não a ponto de dormir, ando tento problemas com isto). Enfim, faz tempo que não apareço por aqui e as vezes acho que é necessário registrar minha existência em algum lugar.

Vamos lá:
Larguei o quadrimestre. Fui um pouco irresponsável. Etapas cumpridas dentro do escotismo. Férias ociosas mas boas pra cabeça. A Batalha do Apocalipse (infinita). The Walking Dead (desistência dupla). Magic. Tentando aprender música. Férias de escotismo. Férias das pessoas. Lucas. Família dos dois lados. Rifas. Pizza. Sem almoços por quase um mês. Broncas do meu pai. Novo trabalho da minha mãe: eu dona de casa. Teresa. Não quero mais gatos. Jully deu tilt no coração. Medo da perda muito antecipadamente. The Middle. Madrugada. Grude. Seriados de pré-adolescente. Garganta ruim. Frio. Cobertores perfeitamente organizados. 75 sessões de arrumação de quarto. Moot. Passagem. Falta de dinheiro. Trufas de cone. Futuro. Cavaquinho do meu vô. Lutinhas psicodélicas. Incerteza sobre futuro financeiro-acadêmico. Existencialismo.

okokok tá bom já.

Deu soninho, vou ver meu seriado de pré-adolescente e dormir.

Boa noite.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

TARDIS

Coincidentemente hoje é mais um dia com sonhos de zumbi: estava fugindo sozinha, entrei em uma casa que parecia vazia e acabei matando uma família que não era zumbi. Em seguida eles acordaram, mas não tinham virado zumbis, simplesmente ressuscitaram. Então pedi comida pra eles e fiquei por lá. Eles pediram pra ser discreta pra evitar que a "vizinhança" nos notasse. Eu então olhei pra janela e vi um moço alto e negro me observando do jardim. Daí ele não saiu mais de lá, todos os dias de manhã ia cuidar do jardim e ficava olhando pela janela. Então fomos até a cidade buscar comida e criamos um plano pra despistar o rapaz, que parecia estar em todos os lugares que íamos. Aí o telefone tocou, eu fiquei naquele estado em que eu sabia que estava dormindo mas torcia pro telefonema não ser pra mim e eu não precisar acordar. O Rafa me acordou, era pra mim. Era meu pai dizendo que o cara que achou o celular do Lucas tinha ligado no celular dele. Fiz o que tinha que fazer, e comecei a maratona de e-mails do dia.

Eu tô cansada, frustrada, sensível. Cansei de CRP, quero férias disso. Cansei de ficar interpretando a maldade dos e-mails e me sujeitando a interpretação alheia. Eu ando esquecendo de tudo, penso que fiz uma coisa e não fiz. Penso que não fiz e fiz. Está complicado.

Quanto a faculdade: tudo muito interessante, mas minha vontade se perdeu e eu não a estou encontrando. Agora entendi! O segredo do sucesso é ter vontade.

Quero voltar a ter paciência.
Mentira.

Eu quero mesmo é encontrar uma TARDIS, dar o fora disso aqui e parar em um planeta calmo e seguro onde eu possa ler Maus, A Batalha do Apocalipse, ler todos os livros que quero ler sem pressa (até os acadêmicos), assistir todos os filmes que eu quero assistir... pensar...

Eu vou voltar as vezes pra ver minha família. Vou levar o Lucas comigo. Talvez a Jully, se minha mãe deixar.

Boa noite.
Lilian

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

pelo fim do "own olha que bonitinha" de desconhecidos

Sobre a ditadura da extroversão.
Uns se divertem assim, outros tentam pq querem, outros tentam pq acham que devem tentar (pq quem não tenta não vive, segundo eles). Mas olha só... este não é o jeito "correto" de viver, este não é o único jeito de se divertir. Uma pessoa em silêncio não é uma mente vazia, tampouco o é uma pessoa escandalosa. O que ocorre é que as pessoas são diferentes, mas são julgadas em relação à imagem daquela personalidade. Eu já quase caí nessa.

Enfim, não tenho nada inteligente pra escrever a respeito disso, só queria compartilhar o quão broxante é ser tratada igual uma criança por alguém que não entende, que muito provavelmente vive fechado numa bolha onde todos seguem o seu padrão agitado (mesmo que por um esforço que vai contra aquilo que é de verdade).

E não me venham com esse papinho de "poxa, queria tanto ser assim calma (burra) igual você... Deve ser tão mais fácil ser assim tranquila (pata) como você... Só que fazer o que né? (felizmente) eu sou assim escandalosa (divertida), mal educada (descolada) e arrogante (sincera)" :DDD


boa tarde.

domingo, 15 de julho de 2012

filologia

Eu nunca tenho o que escrever aqui.
H¹: quando sinto algo que não consigo traduzir, me vem a vontade de abrir este blog e banalizar o que quer que seja.


Para evitar conflitos, decidi que só manifestarei sentimentos e vontades comprometedoras* na presença da intérprete.**

*cuja reação alheia tenha mais pontos de ataque do que eu de defesa, rs.
**com exceção do presente informe.


Ouvi dizer que temos o direito de não produzir/apresentar provas contra nós mesmos.

Boa noite.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Forever alonismo de férias

Hoje acordei com aquele sentimento ingrato de que 'falta alguma coisa'. Aquilo que me transformou no que sou já não me completa mais, agora componho aquele grupo cujos elementos costumavam ser vistos por mim como pessoas sem algo pelo qual acreditar e se dedicar. Opção minha? Eu realmente não sei se fui eu que parei de enxergar o brilho ou foi ele que se perdeu, o que talvez não seja uma informação relevante. O que eu tenho 'certeza' no momento é que eu preciso de algo mais, e hoje me parece um dia propício para uma busca. Lilian que sou, não farei isto antes daquele ritual de limpeza do ambiente, que, é claro, já perdi o pique pra fazer no decorrer da escrita destas palavras inúteis.

Vou fazer um lanche porque... né?

Boa tarde.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Coisas que eram ridículas há um tempo atrás.

Todo mundo sente algo, todo mundo já sentiu o que ela sente, todo mundo já sentiu o que eu to sentindo. Não posso e não vou fazer nada, pelo menos enquanto eu tiver certeza que ele não sente. Só o que eu tenho a fazer é ignorar.

Entende?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

wtf noturno

O que eu queria realmente dizer tá no papel, num tenho coragem de expor fraquezas online. São dois opostos que formam uma mesma sensação e que podem mudar o lado que prevalece num piscar de olhos, basta deixar uma brecha (não sei até que ponto eu é quem controlo o que fazer com a brecha).

Mudando de assunto, ou nem tanto, queria também dizer que vou reprimir algumas coisas pelo meu bem e aprender a ser egocêntrica (num nível que não comprometa a vida alheia [nem precisava abrir o parêntese mas julguei tanto algumas atitudes nos últimos dias que se não abrisse seria um tanto escrota]).

Ah, as coisas pequenas. Malditas! Tenho consciência da sua não-importância, mas meu corpo, meu cérebro, ou sejá lá que diabos for isto é não me deixa livre de sentir o contrário.

De repente me sinto neutra, talvez isto seja bom. Espero dormir com essa sensação, assim pelo menos durmo. Porra, as coisas estão tão bem que é estranho, acho que é essa a explicação. Boa noite.


:)


Uma observação: se for pra medir minha paz de espírito por esse blog é só contar o tanto de posts marcados com WINDOW, parei pra pensar nisso agora...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Escrevi ontem, brava, com muito sono e mal jeito pq o notebook estava torto.
Queria apagar por outras razões, mas não seria justo.


terça-feira, 7 de junho de 2011

mente volúvel

Entrei aqui, vi que tinha mil rascunhos. Eram tentativas de texto que eu surtava e saia da página sem postar. Palavras tão desnecessárias quanto estas, mas fazem parte né.
Re-postei todos.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ingratidão do tempo-espaço


A realidade muda, logo minhas percepções mudam. Minhas vontades também. O senso crítico se aprimora.
O que parecia fácil fica cada vez mais dificil, por mais ironico que seja. Quanto mais fácil fica, maior a dificuldade. Confuso e meio sem nexo.
Esse senso crítico vai ficando cada vez mais rígido e... eu vou compreendendo o que é e o que não é aquilo que eu tanto sonhava. Eu tenho até evitado, é que eu não acredito. É o tipo de coisa na qual eu não vejo sinceridade, vejo necessidade somada à realidade. E eu não quero isso pra mim. Eu quero o de verdade, o real, o original. Nada fingido, forçado, improvisado. É algo que definitivamente não pode ser improvisado, mas é o que mais acontece.
Algo que eu tanto esperava agora me parece fútil, no sentido da palavra. Que triste, não? NÃO. Pra ser sincera é bem divertido hahahahahah.
Sendo bom ou ruim, se eu estou em paz, tá tudo certo!


É, meus textos não tem nexo, muito menos coerência pra quem lê. Mas eu os entendo perfeitamente. Esse é mais um daqueles que eu termino com a pergunta:

ENTENDE??

Boa noite.

domingo, 3 de abril de 2011

"A VIDA É BELA BROTHER!"

É o que eu dizia há muiiiito tempo atrás. Cara como era bom! Eu era feliz por existir, por respirar, por acordar e poder ver o céu independente do tempo bom ou ruim. Por muito tempo senti saudades dessa época, e principalmente daquela sensação. Hoje eu posso dizer que ela voltou! Nunca será a mesma, mas isso não significa que não pode ser melhor, é apenas diferente de antes.
Ahhhhhh é tão bom! Uma paz de espírito gigante.
Eu tive uma semana complicada, aliás, tive 10 dias bem complicados... Fiquei doente, não conseguia fazer nada além de dormir e ir no médico. Perdi uma semana de aula na ETE, sem contar as festas, perdi até o casamento da minha melhor amiga!
Mas tudo bem, sem revoltas... fiquei um tempo na minha vó sendo mimada por ela e jogando conversa fora com meu tio, isso vale qualquer mal estar e qualquer prova perdida.
Sábado sai pra jantar com meus pais pra comemorar o aniversário do meu irmão, foi legal, fazia tempo que não saiamos todos juntos. Parecia até que cada um tinha criado uma vida independente e ... oh wait. Gostei, é legal sair em família.
Enfim, hoje eu acordei muito bem e totalmente saudável, aproveitei o dia pra estudar pq amanhã terei duas provas. Depois fiquei moscando na internet pra variar... isso é algo que estou lutando pra mudar, estou ficando alienada.
Poxa, faz um mês que não vou nas atividades escoteiras, faz bem mais de um mês que não vejo a Paula e o Renan, faz muiiiito tempo que não vejo meus amigos do GDF que estão super ocupados com suas novas carreiras, e faz mais tempo ainda que não vejo meus amigos do ensino médio. Culpa de quem: da faculdade deles, exceto é claro no caso da Paula e do Renan, que eu não vejo por motivos de força maior.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Levei um tempo pra entender...


O orgulho sempre me impediu de escrever sobre isso. Ele na verdade é o que me impede no momento de dizer sobre o que eu estou falando. Apesar disso, ultimamente venho o quebrando com uma frequência não-normal ao que estou acostumada, uma frequência e intensidade que me causa agonia, um quase-arrependimento. Só não me arrependo de fato, porque o orgulho não deixa. Entende?

A verdade é que estou tapando buracos à vácuo. Não estou errada, pelo contrário. Mas tenho que por na cabeça que isso uma hora vai me cansar e perderá sua função principal.

"Uma hora". Tempo é algo engraçado no meu universo. Nunca cumpri prazos pré-estabelecidos pela cultura, não porque eu não quis. Na verdade eu não consegui, não entendi como era pra ser feito, achava tolice e um pouco fútil correr atrás do tempo pra acompanhar a massa. E agora estou aqui, muita coisa em pouco tempo, DO NADA, e as consequências JÁ estão aqui me assolando como se eu já estivesse totalmente acostumada.

É tão vazio e ao mesmo tempo me preenche... Encontrei qualidades no que parecia um erro, encontrei defeitos no que parecia ter sido feito sob medida. Não vou me moldar nem me adaptar, é clichê dizer isso, mas é a chave pra sair dessa auto-destruição.

Essa é a minha maneira de falar sobre algo comum à todos, porém difícil pra mim.

"Ter memória é não ter paz"
(Ironia do destino colocar essa frase aqui, mas no momento é o que me traduz)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Coldness .

Se tento descrever e passar em palavras o que tem sido os últimos dias a única coisa que me vem em mente é WTF.

A sensação de acordar as 6:30 com o barulho das pessoas da escola entrando e saber que eu não estou atrasada.

Coisas diferentes que há alguns anos eu não imaginava que eu pudesse fazer.

Lugares, pessoas, ideias, sensações TUDO NOVO.

E olha que o principal ainda nem começou oficialmente.

Eu sempre fico receosa quando começa o tempo frio. Parece loucura, mas o meu humor está diretamente relacionado com a temperatura. Ontem eu andando na rua estava tudo bem, estava frio, garoando, mas estava tudo bem porque eu não estava parada e não estava sozinha. Quando cheguei em casa, tirei a blusa e senti o gelado tudo mudou inconscientemente. Eu estava com raiva, achando tudo uma merda e queria que aquilo passasse, ao mesmo tempo eu sabia que iria passar, assim que eu entrasse no ônibus e fosse pra etec. No caminho fui refletindo novamente sobre o controle que nós mesmos possuímos sobre os nossos sentimentos/sensações. Por que não utilizá-lo? Uma das possíveis respostas seria porque sem altos e baixos a vida não teria graça. A outra foi: burrice e preguiça intelectual.

Conclusão
O frio me traz o medo de que tudo o que está bom chegue no fim. Meu cérebro deve estar acostumado a relacionar o frio com tempos ruins na minha vida. Dessa vez eu vou enfrentar

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Insano Consciênte

Quando se sabe que se tem controle sobre o que está por dentro, porém não se consegue usufruir do mesmo, algo está errado. OU algo está normal demais. É como ser o Chuck Norris e não ameaçar ninguém com a força.
O pior disso é quando o que está por dentro é claramente ameaçador e auto-destruitivo e nada é feito a respeito.

Sinceramente eu já cansei dessa coisa de 'exagero', não precisa ser assim. Sempre gostei da natureza das coisas.

"Não acomodar com o que incomoda" já dizia a velha música.
É o que há de ser feito.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

o tempo é só meu quando ninguém registra a cena?




Dia incomum.
Acordei, tomei um banho e como quem vai ali na padaria, aceitei o convite da minha mãe e fui pra Santos buscar meu pai. Tirei fotos da estrada e da paisagem o caminho todo. Isso é mais legal do que parece, foi relaxante e inspirador.
Criei um certo egoísmo sobre as imagens. Não tirei foto de algumas, quis guardá-las só pra mim. Sabia que não daria tanto valor se pudesse vê-las novamente. Foi um daqueles dias em que as nuvens parecem montanhas de gelo.
O quão insano é guardar pra si uma imagem mental esperando um dia encontrar um lugar parecido baseando-se numa illusão de ótica?

"Retrovisor é passado
É de vez em quando... do meu lado
Nunca é na frente
É o segundo mais tarde... próximo... seguinte
É o que passou e muitas vezes ninguém viu
Retrovisor nos mostra o que ficou; o que partiu
O que agora só ficou no pensamento
Retrovisor é mesmice em dia de trânsito lento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi... calçadas e avenidas
Deixa explícito que se vou pra frente
Coisas ficam para trás
A gente só nunca sabe... que coisas são essas"
(Amém - O Teatro Mágico)

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

WIN


Alguns dias de atraso, mas não poderia deixar de falar aqui. Passei na UFABC, vou fazer Bacharelado em Ciências e Humanidades. Não era exatamente o curso que eu queria, mas pelo que fiquei sabendo é bem parecido com Ciências Socias e sendo da área de humanas pra mim já é ótimo. WIN hahahaha! Logo menos sai o resultado da USP, mas não acredito que vá passar, não é pessimismo, é ser realista rs. Zerei em exatas, certeza.

ENFIM, estou extremamente feliz. Por tudo. Vou fazer faculdade de graça, após anos ouvindo de colegas que não concluiria sequer o Ensino Médio hahah. Além disso, e acima disso, estou feliz por estar prestes a estudar algo que eu gosto, duas coisas aliás, pois também vou fazer um técnico de Meio Ambiente. Estou feliz também por estar mudando de ambiente, conhecendo pessoas novas, ideias novas. Pretendo mudar muito minha maneira de pensar, mente aberta pra tudo, sem medo.

Essa era uma das coisas que sempre me preocupou. Medo de estar sendo enganada o tempo todo. Quero acreditar nas coisas que penso, mesmo sabendo que existem diversos paradigmas, pra todos os assuntos do planeta. Já estou bem grandinha pra ficar com crises existenciais. Sei que uma das minhas filosofias de vida é a de que eu nunca vou estar 100% certa e nem devo acreditar 100% em nada. Mas, por hora, já chega de egocentrismo. Não vivo por mim, vivo pelo mundo, não quero ser mais um peso-morto no planeta.

Blablablá.
Boa Noite.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Próxima parada...

Nos últimos dias tenho sofrido de uma ansiedade patológica! Só de pensar que os próximos 12 dias de Ensino Médio são os últimos da minha vida, me dá um frio na barriga gigante. E isso não é nem de longe ruim. É ótimo saber que não vou mais ver as pessoas que tenho visto diariamente nos últimos 3 anos da minha vida, é ótimo saber que cada um vai tomar seu rumo e poder enfim, depois de 11 anos de estudo seguir em companhia de seus próprios ideais em busca de seus sonhos. O chato é saber que vamos nos distanciar, e não vamos mais viver momentos divertidos juntos mas o fato de que vamos conhecer pessoas novas e que nossa vida seguirá em frente tomando novos horizontes supera tudo isso!

Agora o que mais me deixa ansiosa, sem dúvidas, é o fato de que ano que vem vou estar estudando o que eu quero, sem matemática, sem química, sem física... só humanidades, livros, pessoas novas e lugares novos! *-*

Hoje meu dia começou de forma engraçada. O celular tocando... gente me pedindo pra ir pra escola entregar trabalhos. Afudê viu, rs. Mas tudo bem, é compreensível, não vou entrar em detalhes. Só sei que fui fazer o Saresp o que não estava no script rs.

No escoteiro está a maior confusão, mas acho que logo menos vamos nos resolver. Assim espero pelo menos!

É só.

www.umgritopormudanca.blogspot.com
[blog um pouco mais útil - UGPM]

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A vida se renova e disso não dá pra fugir!

Caramba, como isso aqui tá abandonado!

O pior é que nem sei se tenho o que dizer, minha vida não tá um caos como há uns tempos atrás, ou pelo menos não aparenta estar.
As aulas acabaram mas ainda estou indo pra escola trabalhar, até que está legal.
O dia-à-dia, de repente me pareceu perfeito, agora... sentada em frente uma tela de computador, escrevendo no meu próprio blog, colocando minhas próprias idéias, ouvindo música alta no rádio, a luz fraca, a música com uma letra nostálgica e um solinho de guitarra motivador... é bem o dia-à-dia que eu curto mesmo.
Já arrumei um pouco a casa, acho que é porque estou sozinha, e me dá aquela impressão de que eu moro sozinha. Pra ficar igual o meu futuro perfeito só faltava eu ao invés de ir pro estágio estar indo pra faculdade, ou já ter ido, e a noite sair pra ver um show de umas bandas curitibanas ae hahaha. Tudo isso no meu próprio carro ecologicamente correto, porque sinceramente, essa coisa de andar de ônibus era já foi bem divertida, na época que eu era uma estudante do ensino médio, indo pro meus cursos de espanhol ou técnica em nutrição e dietética.

Ops, voltando pra realidade... Ainda não sei o que vou fazer da minha futura vida universitária, mas sei que tenho no presente, uma bela vida de estagiária, estudante de ensino médio, escoteira, e filha que mora com os pais e o irmão mais velho.

Devo dar valor à isso, não?
Sim, mas meu orgulho às vezes fala mais alto.

E quando eu era uma pré-adolescente estudante do ensino fundamental e desempregada que não podia nem ficar sozinha em casa, com o que eu sonhava pra minha vida do futuro (agora) ?

Será que eu já não tenho a vida que sempre quis, há um bom tempo?
Acho que esse ano foi um pouco confuso por ter perdido certas coisas que considerava fundamentais, mas que hoje quando vejo, dá vontade de cuspir hahaha.

A vida se renova e disso não dá pra fugir!


Só isso.
Pode parecer meio sem nexo pra quem lê, mas isso aqui é meu manual de instruções, meu guia pra eu não me perder no decorrer da vida. Assim como meus diários.
Meio Efeito Borboleta, mas eu sou assim, perdida em mim mesma :)


Nem vou ler tudo antes de postar, porque sei que vou querer apagar bastante coisa. E sei que o objetivo de postar aqui não era falar de como a minha vida é dramática HUASHAUHSU
Caralho, como tudo parece mais dramático aqui... As coisas não são tão ruins quanto aparentam ser neste blog. As vezes eu até me surpreendo. Sirvo pra ser escritora de novela mexicana!


Chega né?
Vou lá preparar panquecas americanas de chocolate pq hj é a minha despedida de gulosa. À partir de amanhã vou me alimentar corretamente, rs.


Bye