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terça-feira, 23 de julho de 2013

alguns sorrisos :)

Eu não sou muito fã de ficar divulgando fotos do que eu faço pela internet (já fui, não sou mais), mas fiquei com vontade de colocar uma imagem. Fucei aqui no computador e achei essa minha e do Tio Wal que a minha mãe tirou quando fomos dar uma volta pelo centro de São Paulo. Poxa, ela tem tanto trabalho com essas modernidades que eu fiquei surpresa em ver que ela conseguiu passar essas fotos pro PC sem me pedir ajuda (pelo menos não lembro dela pedindo ajuda), então acho que é justo postar em nome do esforço da minha mãe hahaha. Esse dia foi bem legal, ganhei dois grilos!

Bom, são mais de duas horas da manhã e é claro que não estou com sono (não a ponto de dormir, ando tento problemas com isto). Enfim, faz tempo que não apareço por aqui e as vezes acho que é necessário registrar minha existência em algum lugar.

Vamos lá:
Larguei o quadrimestre. Fui um pouco irresponsável. Etapas cumpridas dentro do escotismo. Férias ociosas mas boas pra cabeça. A Batalha do Apocalipse (infinita). The Walking Dead (desistência dupla). Magic. Tentando aprender música. Férias de escotismo. Férias das pessoas. Lucas. Família dos dois lados. Rifas. Pizza. Sem almoços por quase um mês. Broncas do meu pai. Novo trabalho da minha mãe: eu dona de casa. Teresa. Não quero mais gatos. Jully deu tilt no coração. Medo da perda muito antecipadamente. The Middle. Madrugada. Grude. Seriados de pré-adolescente. Garganta ruim. Frio. Cobertores perfeitamente organizados. 75 sessões de arrumação de quarto. Moot. Passagem. Falta de dinheiro. Trufas de cone. Futuro. Cavaquinho do meu vô. Lutinhas psicodélicas. Incerteza sobre futuro financeiro-acadêmico. Existencialismo.

okokok tá bom já.

Deu soninho, vou ver meu seriado de pré-adolescente e dormir.

Boa noite.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

TARDIS

Coincidentemente hoje é mais um dia com sonhos de zumbi: estava fugindo sozinha, entrei em uma casa que parecia vazia e acabei matando uma família que não era zumbi. Em seguida eles acordaram, mas não tinham virado zumbis, simplesmente ressuscitaram. Então pedi comida pra eles e fiquei por lá. Eles pediram pra ser discreta pra evitar que a "vizinhança" nos notasse. Eu então olhei pra janela e vi um moço alto e negro me observando do jardim. Daí ele não saiu mais de lá, todos os dias de manhã ia cuidar do jardim e ficava olhando pela janela. Então fomos até a cidade buscar comida e criamos um plano pra despistar o rapaz, que parecia estar em todos os lugares que íamos. Aí o telefone tocou, eu fiquei naquele estado em que eu sabia que estava dormindo mas torcia pro telefonema não ser pra mim e eu não precisar acordar. O Rafa me acordou, era pra mim. Era meu pai dizendo que o cara que achou o celular do Lucas tinha ligado no celular dele. Fiz o que tinha que fazer, e comecei a maratona de e-mails do dia.

Eu tô cansada, frustrada, sensível. Cansei de CRP, quero férias disso. Cansei de ficar interpretando a maldade dos e-mails e me sujeitando a interpretação alheia. Eu ando esquecendo de tudo, penso que fiz uma coisa e não fiz. Penso que não fiz e fiz. Está complicado.

Quanto a faculdade: tudo muito interessante, mas minha vontade se perdeu e eu não a estou encontrando. Agora entendi! O segredo do sucesso é ter vontade.

Quero voltar a ter paciência.
Mentira.

Eu quero mesmo é encontrar uma TARDIS, dar o fora disso aqui e parar em um planeta calmo e seguro onde eu possa ler Maus, A Batalha do Apocalipse, ler todos os livros que quero ler sem pressa (até os acadêmicos), assistir todos os filmes que eu quero assistir... pensar...

Eu vou voltar as vezes pra ver minha família. Vou levar o Lucas comigo. Talvez a Jully, se minha mãe deixar.

Boa noite.
Lilian

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

bolinha s2


Eu te amo muito.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

[rascunho perdido] Kitsch

Me apaixonei por uma garota aleatória, me peguei pensando nisso algumas vezes durante esta semana e a última. Ela não me notou, foi uma daquelas situações em que você aparece na sua imagem mais ridícula, e ela está lá totalmente inacessível. Imaginei situações nas quais ela pudesse aparecer e algo pudesse acontecer. Paralelamente olho para o chão e vejo que o que eu mais quero está aqui, na realidade. Por que queremos tantas coisas ao mesmo tempo? Antes eu era mais conformada, já que tudo era impossível. Este excesso de possibilidade me tira um pouco do eixo, pode ser um pouco frustrante as vezes. Abrir mão do que é certo por algo aleatório (mas bastante atraente) não parece ser muito inteligente. E de fato não é. Sou a favor da diferenciação entre amor e atração física, mas nada justifica uma traição. Sem acordo prévio, é traição. Caso contrário, é só uma aventura.

Não sei por que eu estou escrevendo isto. Realmente não estou esperando fazer um acordo a essa altura do campeonato, ainda mais por que sei que sairia no zero a zero. Me sinto babaca por estar escrevendo. Pensar tudo bem, mas uma vez exposta, a situação é banalizada.

Sei lá, precisava dizer. Ela era tão linda, mas certamente me ignoraria. Se eu contar isto pra ele, ele me achará idiota. Pensará que só estou falando pra fazer ciúmes, ou então me jogará na cara o quão contraditória eu sou por dizer sempre que não me perdoaria caso fizesse algo que o magoasse. Já disse aqui que sem acordo é traição, mas não creio que comentar sobre o meu devaneio (que me causou um frio na barriga ao lembrar do rosto), seja capaz de causar mágoa.

Por via das dúvidas, isto será apenas um rascunho.

sábado, 12 de novembro de 2011

Viva La Vida

"[...] ninguém se mete na cozinha de alguém sem a autorização dela, é uma falta tão grave quanto deitar com o marido/mulher dela(e). Talvez até mais grave. Na cozinha você pode ser ignorante, mesquinho ou descuidado, mas nunca as três coisas juntas, e por isso sempre tem alguém mexendo o arroz quando ferve, deixando de pôr algum ingrediente porque esqueceu de comprar, cozinhando ao mesmo tempo a massa e o molho, fritando a carne com mais óleo que o lago de Chapala, servindo feijão queimado." (Frida Kahlo)
ps: com adaptações minhas.


Ultimamente tenho me divertido mais na cozinha do que em qualquer outro cômodo da casa. Os produtos das minhas experiências não têm sido muito elogiados, pelo contrário, mas o prazer está na execução. É legal cozinhar pras pessoas que se gosta, mesmo que elas façam cara de nojinho no final.


Estou me sentindo uma senhora de idade: ontem deixei de sair por puro sono. Mas não era qualquer sono, era o sono de alguém que não tira um final de semana pra ficar a toa há mais de um mês. Hoje vou ver as meninas da escola (Manuela, Mayara), nós vamos no Subway como de costume. É bom pensar que quando eu voltar não terá nenhum trabalho urgente a minha espera, somente um bom livro a terminar e uns episódios de Doctor Who.

Bom dia! :)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

luz dos olhos


Nunca pensei que me permitiria, um dia, gostar tanto assim de alguém. Quero cuidar de você, estar presente quando você precisar de mim e quando não precisar também, só pra ficar de bobeira. Sinto sua falta quando estamos longe, fico querendo sentir seu cheirinho e fazer carinho enquanto vc tenta dormir. Quando eu penso por um segundo que estou triste, é só eu lembrar de como eu me sentia antes de vc ter aparecido, e ai percebo que eu só estava esperando por alguém assim, exatamente igual a você, pra me fazer feliz. Obrigada, amor, pelos momentos e pela felicidade me trouxe. Eu te amo.