quarta-feira, 27 de abril de 2011

A vida dá umas voltas que me assustam.
Eu tenho que aprender a ter disciplina.
Eu tenho que parar de pensar no que eu devo fazer, ir lá e fazer.



sexta-feira, 22 de abril de 2011

Uma das piores coisas é a sensação de que todos ao meu redor conseguem ver o que se passa na minha mente.

terça-feira, 5 de abril de 2011

ingratidão do tempo-espaço


A realidade muda, logo minhas percepções mudam. Minhas vontades também. O senso crítico se aprimora.
O que parecia fácil fica cada vez mais dificil, por mais ironico que seja. Quanto mais fácil fica, maior a dificuldade. Confuso e meio sem nexo.
Esse senso crítico vai ficando cada vez mais rígido e... eu vou compreendendo o que é e o que não é aquilo que eu tanto sonhava. Eu tenho até evitado, é que eu não acredito. É o tipo de coisa na qual eu não vejo sinceridade, vejo necessidade somada à realidade. E eu não quero isso pra mim. Eu quero o de verdade, o real, o original. Nada fingido, forçado, improvisado. É algo que definitivamente não pode ser improvisado, mas é o que mais acontece.
Algo que eu tanto esperava agora me parece fútil, no sentido da palavra. Que triste, não? NÃO. Pra ser sincera é bem divertido hahahahahah.
Sendo bom ou ruim, se eu estou em paz, tá tudo certo!


É, meus textos não tem nexo, muito menos coerência pra quem lê. Mas eu os entendo perfeitamente. Esse é mais um daqueles que eu termino com a pergunta:

ENTENDE??

Boa noite.

domingo, 3 de abril de 2011

"A VIDA É BELA BROTHER!"

É o que eu dizia há muiiiito tempo atrás. Cara como era bom! Eu era feliz por existir, por respirar, por acordar e poder ver o céu independente do tempo bom ou ruim. Por muito tempo senti saudades dessa época, e principalmente daquela sensação. Hoje eu posso dizer que ela voltou! Nunca será a mesma, mas isso não significa que não pode ser melhor, é apenas diferente de antes.
Ahhhhhh é tão bom! Uma paz de espírito gigante.
Eu tive uma semana complicada, aliás, tive 10 dias bem complicados... Fiquei doente, não conseguia fazer nada além de dormir e ir no médico. Perdi uma semana de aula na ETE, sem contar as festas, perdi até o casamento da minha melhor amiga!
Mas tudo bem, sem revoltas... fiquei um tempo na minha vó sendo mimada por ela e jogando conversa fora com meu tio, isso vale qualquer mal estar e qualquer prova perdida.
Sábado sai pra jantar com meus pais pra comemorar o aniversário do meu irmão, foi legal, fazia tempo que não saiamos todos juntos. Parecia até que cada um tinha criado uma vida independente e ... oh wait. Gostei, é legal sair em família.
Enfim, hoje eu acordei muito bem e totalmente saudável, aproveitei o dia pra estudar pq amanhã terei duas provas. Depois fiquei moscando na internet pra variar... isso é algo que estou lutando pra mudar, estou ficando alienada.
Poxa, faz um mês que não vou nas atividades escoteiras, faz bem mais de um mês que não vejo a Paula e o Renan, faz muiiiito tempo que não vejo meus amigos do GDF que estão super ocupados com suas novas carreiras, e faz mais tempo ainda que não vejo meus amigos do ensino médio. Culpa de quem: da faculdade deles, exceto é claro no caso da Paula e do Renan, que eu não vejo por motivos de força maior.

domingo, 20 de março de 2011

I get high with a little help from my friends




Hoje acordei num pulo. Aquele mês que eu tanto queria que chegasse estava da noite pro dia, PERIGOSAMENTE PRÓXIMO. Eu queria tanto, ansiava tanto, e de repente a única sensação que eu tinha ao pensar em Maio era a de medo. Sabe quando você fica com vontade de segurar o tempo? Pude até imaginar um calendário e eu o empurrando com os pés pra que não chegasse.
Eu queria também ter saído de casa, visto pessoas, feito coisas, me divertido de verdade. Mas fiquei em casa. "Vou tirar o dia pra estudar, organizar minha mente e o meu espaço", pensei. É o que eu penso todos os dias pra ser sincera, mas algo dentro de mim está errado a ponto de nem sequer deixar que eu enchergue as coisas ao meu redor. Acho que isso se chama egoísmo, egoísmo e comodismo. Coisas que costumavam me dar nojo.
É compreensível que eu mude, afinal tudo mudou ao meu redor. Mas tenho que admitir que ando agindo como uma filha da puta de uns tempos pra cá.
De uns tempos pra cá eu tenho percebido coisas que antes eu não percebia e sentido coisas que antes eu não sentia por bloqueio mental talvez. Tenho notado em pequenos atos, grandes amizades. Na verdade, apesar de ter começado o texto com um assunto aparentemente diferente eu vim até aqui com a intenção real de escrever sobre amizade.
Amigos, sejam os antigos, sejam os recém-nascidos, vocês estão sendo de extrema importância na minha vida principalmente nessa nova fase que está assustadora. Sei lá, só queria agradecer. Momentos como uma tarde explorando escadas da faculdade, madrugadas no telefone falando de coisas nojentas e fazendo planos, caminhadas desnecessárias porém cheias de assunto, viagens longa servindo de travesseiro no ônibus, confissões inconvenientes sob estado de embriaguez, risadas excessivas no pântano, filmes perturbadores num dia frio, ligações inesperadas, sabedoria inesperada, tanta coisa!
Vou citar nomes, porque... sei lá, hoje eu quero citar nomes: Renan, Tim, Amir, Daniel, Mayara, Luciana, Djowa, Carol e até o Nicholas hahah. Porra cara, a Carol vai casar, como assim? A gente virava a noite jogando Dynavision até um dia desses e agora ela vai casar? Isso é assustador, dá a impressão de que estou ficando velha.

Blá, já to perdida aqui na brisa do sono. Boa noite.




e a gravidade não te impede de voar


quarta-feira, 9 de março de 2011

Levei um tempo pra entender...


O orgulho sempre me impediu de escrever sobre isso. Ele na verdade é o que me impede no momento de dizer sobre o que eu estou falando. Apesar disso, ultimamente venho o quebrando com uma frequência não-normal ao que estou acostumada, uma frequência e intensidade que me causa agonia, um quase-arrependimento. Só não me arrependo de fato, porque o orgulho não deixa. Entende?

A verdade é que estou tapando buracos à vácuo. Não estou errada, pelo contrário. Mas tenho que por na cabeça que isso uma hora vai me cansar e perderá sua função principal.

"Uma hora". Tempo é algo engraçado no meu universo. Nunca cumpri prazos pré-estabelecidos pela cultura, não porque eu não quis. Na verdade eu não consegui, não entendi como era pra ser feito, achava tolice e um pouco fútil correr atrás do tempo pra acompanhar a massa. E agora estou aqui, muita coisa em pouco tempo, DO NADA, e as consequências JÁ estão aqui me assolando como se eu já estivesse totalmente acostumada.

É tão vazio e ao mesmo tempo me preenche... Encontrei qualidades no que parecia um erro, encontrei defeitos no que parecia ter sido feito sob medida. Não vou me moldar nem me adaptar, é clichê dizer isso, mas é a chave pra sair dessa auto-destruição.

Essa é a minha maneira de falar sobre algo comum à todos, porém difícil pra mim.

"Ter memória é não ter paz"
(Ironia do destino colocar essa frase aqui, mas no momento é o que me traduz)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Coldness .

Se tento descrever e passar em palavras o que tem sido os últimos dias a única coisa que me vem em mente é WTF.

A sensação de acordar as 6:30 com o barulho das pessoas da escola entrando e saber que eu não estou atrasada.

Coisas diferentes que há alguns anos eu não imaginava que eu pudesse fazer.

Lugares, pessoas, ideias, sensações TUDO NOVO.

E olha que o principal ainda nem começou oficialmente.

Eu sempre fico receosa quando começa o tempo frio. Parece loucura, mas o meu humor está diretamente relacionado com a temperatura. Ontem eu andando na rua estava tudo bem, estava frio, garoando, mas estava tudo bem porque eu não estava parada e não estava sozinha. Quando cheguei em casa, tirei a blusa e senti o gelado tudo mudou inconscientemente. Eu estava com raiva, achando tudo uma merda e queria que aquilo passasse, ao mesmo tempo eu sabia que iria passar, assim que eu entrasse no ônibus e fosse pra etec. No caminho fui refletindo novamente sobre o controle que nós mesmos possuímos sobre os nossos sentimentos/sensações. Por que não utilizá-lo? Uma das possíveis respostas seria porque sem altos e baixos a vida não teria graça. A outra foi: burrice e preguiça intelectual.

Conclusão
O frio me traz o medo de que tudo o que está bom chegue no fim. Meu cérebro deve estar acostumado a relacionar o frio com tempos ruins na minha vida. Dessa vez eu vou enfrentar